"Um palestrante, chefe da psiquiatria da Universidade de Stanford afirmou, entre outras coisas, que uma das melhores coisas que o homem pode fazer pela sua saúde, é estar casado com uma mulher…
Já para a mulher, uma das melhores coisas que ela pode fazer pela sua saúde, é nutrir a sua relação com suas amigas.
Na hora, todos os presentes deram risadas, mas ele falava sério e explicou: as mulheres se conectam de forma diferenciada e oferecem sistemas de apoio que as ajudam a lidar com o estresse e experiências de vida adversas.
Este tempo, com as amigas ajuda-as a criar mais serotonina, um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e que pode vir a criar sentimentos de bem estar geral.
As mulheres compartilham seus sentimentos e os homens muitas vezes formam suas relações a partir de suas atividades. Eles, raramente, sentam com um camarada e discutem como se sentem sobre determinadas coisas ou sobre o andamento de sua vida pessoal.
Trabalho? Sim;
Esporte? Sim;
Carros? Sim;
Pescar, Caçar, Golfe? Sim;
Seus sentimentos? Raramente!
As mulheres fazem isso o tempo todo. Elas compartilham a alma com as amigas, irmãs/mães e, evidentemente, isso faz bem à saúde de cada uma delas.
O professor, palestrante, disse que passar o tempo com um amigo é tão importante, para a saúde quanto o exercício físico. Existe uma tendência de se pensar que quando estamos nos exercitando, fazemos algo de bom para o nosso corpo e quando estamos com nossos amigos "jogamos conversa fora", além de desperdiçar o tempo. Isto não é verdade.
Então, toda vez que vocês estiverem se divertindo na companhia de uma amiga se parabenizem, porque vocês estão fazendo bem à saúde!"
Friday, April 8, 2011
Monday, April 4, 2011
O que é meu é seu
Hoje escutei na rádio CBN a interessante história do livro, O que é meu é seu, que será em breve publicado no Brasil. Segue um pequeno trecho do livro extraído do site catraca livre:
Lei dos ciclos de vida
Agora os telefones celulares alcançaram o status duvidoso de terem o menor ciclo de vida de qualquer produto de consumo eletrônico. A pessoa média nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha descarta seu celular em até 18 meses após a compra, apesar de eles durarem 10 anos, em média. (No Japão, o período entre a compra e o descarte é de apenas um ano). Todo ano mais de 130 milhões de telefones celulares que ainda funcionam são aposentados nos Estados Unidos e 15 milhões no Reino Unido. Apenas uma pequena fração de aparelhos é remontada para ser usada novamente.
O iPod não está muito atrás do telefone celular para reivindicar o título de “menor ciclo de vida”. Para um produto lançado em 2001, é notável que, em 2009, ele já tinha passado por seis “gerações” do primeiro modelo “clássico” (e isso não inclui nem mesmo os agregados da família como o Shuffle, o Nano, o Mini e o Touch). Se você fosse um daqueles consumidores que “se atualiza” em relação a cada novo iPod lançado no mercado de 2001 a 2009, agora você teria 18 iPods.
Somos viciados em produtos novos. De acordo com Colin Campbell, professor de sociologia da University of York no Reino Unido, nós sofremos de “neofilia”. Campbell argumenta que a busca por novidades é um fenômeno novo.
“Sociedades pré-modernas tendem a suspeitar do que é novo. Trata-se de uma característica da modernidade nós sermos viciados em novidades”. Modas do período medieval mudaram lentamente e pouco ao longo de mil anos. O vestuário era principalmente uma questão de necessidade em vez de uma moda em constante transformação.
E o que vai acontecer com todo este lixo? Todo esse consumismo insaciável da geração Y? A proposta da Rachel Bostman, autora do livro, propõe um consumo colaborativo, se você usou não jogue fora, troque por algo que possa te interessar, pois com certeza o seu algo interessa a alguém!
Lei dos ciclos de vida
Agora os telefones celulares alcançaram o status duvidoso de terem o menor ciclo de vida de qualquer produto de consumo eletrônico. A pessoa média nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha descarta seu celular em até 18 meses após a compra, apesar de eles durarem 10 anos, em média. (No Japão, o período entre a compra e o descarte é de apenas um ano). Todo ano mais de 130 milhões de telefones celulares que ainda funcionam são aposentados nos Estados Unidos e 15 milhões no Reino Unido. Apenas uma pequena fração de aparelhos é remontada para ser usada novamente.
O iPod não está muito atrás do telefone celular para reivindicar o título de “menor ciclo de vida”. Para um produto lançado em 2001, é notável que, em 2009, ele já tinha passado por seis “gerações” do primeiro modelo “clássico” (e isso não inclui nem mesmo os agregados da família como o Shuffle, o Nano, o Mini e o Touch). Se você fosse um daqueles consumidores que “se atualiza” em relação a cada novo iPod lançado no mercado de 2001 a 2009, agora você teria 18 iPods.
Somos viciados em produtos novos. De acordo com Colin Campbell, professor de sociologia da University of York no Reino Unido, nós sofremos de “neofilia”. Campbell argumenta que a busca por novidades é um fenômeno novo.
“Sociedades pré-modernas tendem a suspeitar do que é novo. Trata-se de uma característica da modernidade nós sermos viciados em novidades”. Modas do período medieval mudaram lentamente e pouco ao longo de mil anos. O vestuário era principalmente uma questão de necessidade em vez de uma moda em constante transformação.
E o que vai acontecer com todo este lixo? Todo esse consumismo insaciável da geração Y? A proposta da Rachel Bostman, autora do livro, propõe um consumo colaborativo, se você usou não jogue fora, troque por algo que possa te interessar, pois com certeza o seu algo interessa a alguém!
Subscribe to:
Comments (Atom)